IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia

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Reunião do Conselho Gestor de Patrimônio aconteceu hoje (7), em Feira de Santana

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Grupo de técnicos do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), órgão da Secretaria de Cultura (SecultBa), promoveu hoje (7) pela manhã, em Feira de Santana (116,2 Km de Salvador), uma reunião com o Conselho Gestor para a Salvaguarda do Centro de Abastecimento da cidade que congrega o artesanato da região. O objetivo foi discutir a proteção dos artesãos e seus artesanatos através da patrimonialização do local. “Falamos sobre o registro provisório para espaços destinados às práticas culturais coletivas, que é o caso desse Centro”, conta o diretor de Preservação do Patrimônio, Roberto Pellegrino.

 

O local está sob registro provisório. O IPAC destina de seis meses a dois anos as pesquisas que podem tornar um bem cultural – material ou imaterial – um Patrimônio da Bahia. Caso seja reconhecida como Patrimônio Baiano definitivamente a central de artesanato será inscrita no Livro do Registro Especial dos Espaços, destinados a Práticas Culturais e Coletivas. Essa categoria é respaldada na Lei nº8895/03, regulamentada por Decreto nº10.039/06, que institui normas de proteção e estímulo à preservação do patrimônios baianos.

 

TOMBAMENTOS – “Existe um complexo de riquezas e possibilidades de pesquisa no local, que vai desde a feira até o trabalho de couro, palha e barro, ressaltando a vida dos nordestinos, sendo referência até para as cidades vizinhas da região”, completa Pellegrino. O Centro de Abastecimento passou a funcionar a partir de 1916 na Avenida Getúlio Vargas e a partir de 1976 na região da cidade, abastecendo Feira e cidades vizinhas.

 

O IPAC já fez a proteção de 16 patrimônios na cidade. Paço Municipal (9.210/04), casa Vila Fróes da Motta (9.985/06), Capela de Nossa Senhora dos Remédios (9986/06) e o prédio do Arquivo Público Municipal (008/91) são alguns deles. Alguns estão sob tombamento provisório, como o imóvel da Escola Maria Quitéria (processo 009/91), o prédio do Grupo Escolar J.J Seabra (processo 010/91), o da Santa Casa da Misericórdia (014/91), Filarmônica 25 de março (processo011/91), Catedral de Santana (processo 015/91), igreja Senhor dos Passos (processo 018/91) e Mercado Municipal (processo 004/91).

 

HISTÓRIA e LIVROS Feira de Santana se liga a Salvador via Rodovia da BR-324, no vale do Rio Jacuípe, na borda ocidental do Recôncavo, a leste dos planaltos semiáridos. Surgiu como bifurcação e reunião dos caminhos para várias cidades do interior baiano. Começou como Vila em 1832, denominada Villa do Arraial de Feira de Sant’Anna. Elevada à categoria de cidade pela Lei Provincial nº1.320 em 1873.

 

O IPAC protege os Bens Materiais e os Imateriais, como a prática coletiva cultural de artesanatos do Centro de Abastecimento. Conheça outros Bens Imateriais estudados pelo IPAC: Festa Santa Bárbara, Festa D’Ajuda, Desfile de Afoxés, Carnaval de Maragojipe, Festa da Boa Morte, Ofício de Vaqueiros, Capoeira, Ofício das Baianas, Cortejo 2 de Julho em Salvador, Desfile de Afoxés e Bembé do Mercado. O Instituto produz livros para download: https://goo.gl/wEH4Jn. Confira mais publicações: www.ipac.ba.gov.br/downloads. Acesse os Museus/IPAC: www.ipac.ba.gov.br/museus. Assista ao vídeo: http://bit.ly/2n1mrVZ. Fique informado: www.ipac.ba.gov.br, facebook Ipacba Patrimônio, twitter @ipac_ba e instagram @ipac.ba.

 

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