IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia

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Programação dos Museus Dimus/IPAC – 20 a 26/04

  • Publicação:

No feriado de sexta-feira (21/04), Dia de Tiradentes, os museus vinculados à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) funcionarão normalmente. São eles: Centro Cultural Solar Ferrão, Museu Abelardo Rodrigues, Museu Tempostal e Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica – todos no Pelourinho – e o Parque Histórico Castro Alves, em Cabaceiras do Paraguaçu, no Recôncavo baiano. A Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC) é uma unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). Confira o que está em cartaz nesses museus:

 

 

DESTAQUES

 

Exposição ‘Máscaras Indígenas que tocam’
em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia

 

O Dia do Indígena, comemorado em 19 de abril (quarta-feira), será lembrado até o final do mês Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). Em parceria com Centro Cultural Solar Ferrão, o MAM-BA realiza a mostra intitulada ‘Máscaras indígenas que tocam’ na Galeria Subsolo, no qual quatro máscaras adquiridas no Amazonas e recriadas pela etnomusicóloga Emilia Biancardi estarão expostas. Entre alguns objetos está a Máscara Chocalho Amazônico, que é feita em madeira, fibra vegetal, sementes e penas. Geralmente são utilizadas em cerimoniais e representam personagens da mitologia indígena. A visitação poderá ser feita de terça a domingo, das 13h às 18h, gratuitamente.

 

Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi

Emília Biancardi é etnomusicóloga, professora, compositora, pesquisadora da música folclórica brasileira e especialista nas manifestações tradicionais da Bahia. Criou em 1962 o ‘Grupo Viva Bahia’ (o primeiro e mais importante grupo parafolclórico do Brasil) e com ele levou para os palcos do mundo a materialização de sua incansável pesquisa sobre o repertório musical tradicional indígena e afrobaiano. Nas viagens pelo mundo acompanhando o grupo, adquiriu instrumentos em países da Europa, África, Américas e do Oriente, e o seu interesse pelos instrumentos fez surgir a ‘Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi’, doada ao Governo do Estado em 13 de junho de 2011, e atualmente exposta no Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, nº 45, Pelourinho) vinculado a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – DIMUS/IPAC. A coleção é composta por mais de 1000 instrumentos.

– Exposição ‘Máscaras indígenas que tocam’
Onde: Galeria Subsolo do MAM-BA
Data: De 19 a 30 de abril
Entrada gratuita

 

 ‘Amém e Axé’ em exposição no Centro Cultural Solar Ferrão até dia 30/04

 

Continua em cartaz a exposição ‘Amém e Axé’ no Centro Cultural Solar Ferrão (localizado no Pelourinho). A mostra aborda sobre duas vertentes religiosas através das fotografias de Ricardo Sena (que compõem a parte Axé) e das esculturas de santos católicos (Pop Saints) no estilo kitsch da artista Giórgia Legalle (que compõem a parte Amém). A entrada é gratuita, e a exposição pode ser conferida até o dia 30/04 (domingo).

 

A designer industrial e de interiores Giórgia Legalle, que atua há mais de 12 anos na área de decoração, pintura e desenvolvimento de esculturas estilizadas, possui uma linha de criação voltada para a estética kitsch, a qual se baseia na reinvenção de formas de expressão convencionais. Os ‘Pop Saints’ (Santos Pops), peças exclusivas criadas por Giórgia, são figuras kitsch de santos católicos pintados com cores fortes, flores e ornados com elementos customizados.

 

“A linha Pop Saints foi fundada com a missão de trabalhar com santos na pintura automotiva, na tendência ‘color blocking’ [cores vibrantes], mediante a grande procura e seguindo o ditado de que ‘Salvador tem 365 igrejas, uma para cada dia do ano’”, explica Giórgia. “As esculturas de santos da Igreja Católica como São Cosme e São Damião, Santa Bárbara, Nossa Senhora Aparecida, Santo Antônio e orixás como Iemanjá são feitos em pintura automotiva com auto brilho e fosca Hi-Tec que trata-se de uma pintura luminosa. Além desta técnica, existe a linha floral e com aplicações de contas, pérolas e outros elementos de caracterização e customização”, conclui.

Já a parte ‘Axé’ conta com as fotografias de Ricardo Sena, que trabalha com a luminosidade em suas fotos, remetendo a uma “pomba da paz”. O fotógrafo mostra um recorte em fotografias, todas em preto e branco, sobre festividades e rituais das religiões de matriz africana, tendo como geografia do trabalho as cidades de Salvador, Santo Amaro, Cachoeira e a Ilha de Itaparica. “As fotografias desta exposição não se limitam à função de documentar, como objeto de memória, o universo infindável que é o do Axé. A intenção é apresentar o desafio de colocar em diálogo o caráter documental com uma poesia imagética bem elaborada, ainda que casuística”, pontua Ricardo.

 

O fotógrafo possui obras no acervo permanente do Museu da Fotografia Baiana – Espaço Pierre Verger, em Salvador. Além disso, Ricardo possui trabalhos selecionados em concursos e salões nacionais de fotografia, e foi consecutivamente o primeiro colocado na Bienal de Arte Fotográfica Brasileira em Cores  (edições XXII e XXIII), dentre outros prêmios e menções.

 

“Descobri que a máquina fotográfica tem um poder de repelir ou aproximar as pessoas, dependendo muito de como o fotógrafo atuará. É um ato de conquista e de grande observação”, explica Ricardo, que neste completa 20 anos como fotógrafo e considera-se um democrático nas expressões, defendendo que o melhor da fotografia é a diversidade de olhares.

 

O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

 

Serviço: Exposição ‘Amém & Axé’

Local: Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos,45, Pelourinho)

Período: 31/03/2017 (sexta) até 31/04/2017 (domingo)

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Telefone: (71) 3116-6743

 

A mostra ‘Imagens dos Vaqueiros da Bahia’
em cartaz no Parque Histórico Castro Alves
 

Fazendo parte das comemorações dos 170 anos do poeta abolicionista, Castro Alves, o Parque Histórico Castro Alves, localizado no município Cabaceiras do Paraguaçu (Recôncavo baiano), recebe a exposição ‘Imagens dos Vaqueiros da Bahia’. A mostra reúne fotografias que retratam as vivências de vaqueiros, ícones da cultura nordestina e que tiveram seu ofício reconhecido como patrimônio cultural em agosto de 2011, e pode ser conferida durante o horário de visitação do museu: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h; fins de semana e feriados, das 9h às 14h.

 

A exposição é composta por imagens resultantes do projeto “Histórias de Vaqueiros: Vivências e Mitologias”, reunindo 16 fotografias de Josué Ribeiro, Bauer Sá e Elias Mascarenhas, com curadoria de Washington Queiroz. Estas imagens trazem à tona o não reconhecimento com que têm sido tratados os brasileiros que viveram e vivem nas brenhas, nos matos, no território rural. Protagonista do maior fenômeno sócio-cultural-econômico de fixação e unidade em toda a região Nordeste e em outras regiões do país, o vaqueiro foi o bandeirante que pontuou o território baiano com locais de pouso e currais que se transformariam nas primeiras cidades do interior da Bahia e do Nordeste. Para tanto, a partir do século XVI, a “civilização do couro” ou civilização vaqueira criou, recriou e cria saberes, procedimentos.

 

SERVIÇO: Exposição ‘Imagens dos Vaqueiros da Bahia’
Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h.
Onde: Parque Histórico Castro Alves (PHCA)
Endereço: Praça Castro Alves, nº 106, Centro, Cabaceiras do Paraguaçu/ BA
Tel.: (75) 3681-1102
Gratuito     

 

 

MUSEUS DIMUS/IPAC

 

SOLAR FERRÃO

 

1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

 

2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. A mostra encontra-se temporariamente fechada por motivo de requalificação expográfica.

 

3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. A mostra encontra-se temporariamente fechada por motivo de requalificação expográfica.

 

4- Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

 

Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)

(71) 3116-6743

 

 

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

 

O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6440

 

 

MUSEU TEMPOSTAL

 

1- O Museu Tempostal apresenta a exposição ‘O Bairro do Comércio’, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

 

2- A exposição ‘Pelos Caminhos de Salvador’ retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

 

3 – A mostra ‘Bahia – Litoral e Sertão’ apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

 

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6383

 

 

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

 

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

 

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

 

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6389

 

 

PASSEIO PÚBLICO

 

Está em cartaz no Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) a exposição “Museus: Paisagens Culturais”, formada por painéis com cerca de 4 X 2 metros de fotografias produzidas no final do século XIX de vários pontos da cidade de Salvador. As imagens foram retiradas do livro ‘50 anos de urbanização – Salvador da Bahia no Século XIX’, resultado de pesquisa da historiadora Consuelo Novais, já falecida. O livro foi vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares (historiador e crítico de arte brasileiro), promovido pela Odebrecht que doou ao Museu de Arte da Bahia (MAB) do IPAC. A visitação é gratuita.

 

Localizado em espaço nobre da capital baiana, com vista para a Baía de Todos os Santos e espécies de flora que proporcionam ambiente bucólico, o Passeio Público é considerado um museu a céu aberto pela sua importância arquitetônico-paisagística e urbanística, e por elementos artísticos presentes, como estátuas.

 

Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia. O Passeio Público integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).
Visitação: O Passeio Público pode ser visitado das 08h às 17h para se apreciar a exposição permanente.

Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA

(71) 3117-6447

 

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

 

Localizado a 170 km da cidade de Salvador, o Parque Histórico Castro Alves é um museu que funciona em um espaço com 52 mil metros quadrados. Situado na Fazenda Cabaceiras, onde nasceu e morou Castro Alves (14.03.1847 – 06.07.1871), o museu foi inaugurado em março de 1971, por ocasião do primeiro centenário da morte do poeta baiano. É o lugar ideal para o público conhecer, pesquisar e mergulhar no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil.

 

Além de acervo de mais de 400 objetos que pertenceram a Castro Alves , seus familiares e fazem referência à sua vida e obra, formado por fotografias, cartões-postais, manuscritos, livros, indumentárias, adornos pessoais, utensílios domésticos e artes visuais. O Parque Histórico dispõe de auditório aberto com capacidade para 100 pessoas, biblioteca, laboratório de informática, anfiteatro, além de outras áreas onde seus visitantes podem desfrutar de um ambiente onde se difunde os ideais do Poeta.

 

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras.O Parque Histórico Castro Alves integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)

(75) 3681-1102

Núcleo de Comunicação – Ascom Dimus
Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia
Palácio da Aclamação - Avenida 7 de Setembro, 1.330, Campo Grande – CEP 40.080.001
(71) 3117-6445
Jornalista responsável: Yara Vasku (71) 99119-7746
dimusbahia.wordpress.com