IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia

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Notícias

Programação dos Museus Dimus/IPAC – 10/03 a 15/03

  • Publicação:

Museu Udo Knoff promove oficina gratuita de estamparia em caixa de papelão

Na próxima terça (14/03), às 14h, o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho) promove uma oficina de estamparia em caixa de papelão. A atividade, que será ministrada por Tita Anjos, tem por objetivo apresentar aos participantes a técnica como uma produção simples, a qual pode ser construída através da utilização de materiais recicláveis, além de estimular o potencial artístico de cada um. A oficina é gratuita e as inscrições podem ser realizadas através do contato: (71) 3117-6389.

Serviço: Oficina de estamparia em caixa de papelão
Quando: 14/03 (terça-feira) às 14h
Endereço: Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho (71 - 3117-6389)
Atividade gratuita

Passeio Público sedia 16º Batizado e Entrega de Cordas

do Grupo de Capoeira Farol da Bahia

 

O Passeio Público, museu a céu aberto localizado no Campo Grande, sedia o 16º Batizado e Entrega de Cordas do Grupo de Capoeira Farol da Bahia neste sábado (11/03) às 13h. O evento é fruto do trabalho realizado com jovens da comunidade de Fazenda Coutos, onde a arte da capoeira é utilizada como instrumento de mudança social para o bairro carente de atividades culturais. O evento é aberto ao público.

 

Evento: 16º Batizado e Entrega de Cordas de Capoeira Farol da Bahia
Quando: 11/03 (sábado) às 13h
Endereço: Passeio Público - Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA

Aberto ao público

 

  

Cabaceiras do Paraguaçu comemora os 170 anos

de aniversário do poeta Castro Alves

 

As comemorações acontecem em 11 e 14/03 com festival de declamação de poemas

de Castro Alves e abertura da exposição ‘Imagens dos Vaqueiros da Bahia’

 

No próximo dia 14 de março, o município de Cabaceiras do Paraguaçu, no Recôncavo baiano, comemora os 170 Anos de Aniversário de Nascimento do Poeta Castro Alves. As comemorações se concentram no Parque Histórico Castro Alves (PHCA), localizado na Fazenda Cabaceiras, local onde nasceu o poeta. No local será realizada uma série de atividades nos dias 11 e 14 de março, a exemplo da 16ª edição do Festival de Declamação de Poemas de Antônio de Castro Alves, do 3º Festival Infantil de Declamação de Poemas de Castro Alves e da abertura da exposição ‘Imagens dos Vaqueiros da Bahia’.

 

O evento – uma iniciativa da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) – já é tradição na cidade e reúne pessoas de diversas regiões e de todas as idades que prestam homenagem ao grande poeta baiano, autor de Espumas FlutuantesVozes D’África e O Navio Negreiro. A diretora da DIMUS, Fátima Santos, explica que o festival foi criado para homenagear o poeta Castro Alves e incentivar a juventude a usar a poesia para manifestar seus sentimentos. “Os poemas do grande poeta expressam o seu romantismo, o seu amor à pátria, além do intenso sentimento libertário”, acrescenta.

 

A coordenadora do PHCA, Diogenisa Oliva acrescenta que, além de toda a programação especial, o público pode aproveitar para conhecer o museu que conta a história de Castro Alves e que vem realizando atividades em sintonia com os ideais do poeta. “O público pode usufruir dos projetos socioeducativos permanentes do Parque e ainda de projetos, como uma típica casa de farinha nordestina que foi construída no local e agora da nova exposição de vaqueiros, que dialogam com este ideal e de valorização da comunidade”, explica.

 

Os concursos acontecem em 11/03, sendo o infantil às 10h e o adulto às 13h. No festival, os jurados analisam: originalidade (criatividade utilizada para a apresentação do poema), dicção (clareza das palavras pronunciadas na declamação), fluência verbal (correção e a pronúncia das palavras) e fidelidade ao texto (exatidão e o respeito a todos os versos e palavras do poema). Já no dia do nascimento do poeta, terça (14/03) a programação é mais intensa, com as premiações dos concursos (quando os cinco primeiros colocados de cada categoria se apresentam novamente), abertura da exposição ‘Imagens dos Vaqueiros da Bahia’, ferinha com artesanato e comida local e atrações diversas (veja programação completa abaixo).

 

 

Programação:

 

11.03.17 – Sábado

10h – 3º Festival Infantil de Declamação de Poemas de Castro Alves

13h – 16º Festival de Declamação de Poemas de Castro Alves

17h – Apresentação cultural – Priscila Sales

 

 

14.03.17 – Terça

5h – Alvorada

8h – Missa Festiva em homenagem ao poeta (Igreja São João Batista)

9h30 – Apresentação dos grupos culturais Boinho de Painho (Cabaceiras do Paraguaçu) e Mascarados de Maragogipe

10h – Abertura da exposição ‘Imagens dos Vaqueiros da Bahia’

10h30 - Sessão Solene em Tributo ao Poeta da Câmara de Vereadores da Cidade de Cabaceiras do Paraguaçu

11h – Premiação dos vencedores do 3º Festival Infantil de Declamação de poemas e do 16º Festival de Declamação de Poemas de Castro Alves

14h – Homenagens ao Poeta – Auditório Pedro Calmon (PHCA)

15h – Apresentação cultural do grupo Samba de Roda de Maragogipe – ASSAMA (com participação dos Mascarados de Maragogipe)

16h – Maratona Castro Alves

20h – Apresentação musical (Praça Castro Alves)

 

 

Mostra ‘Imagens dos Vaqueiros da Bahia’

 

O estado da Bahia foi o primeiro no Brasil a reconhecer o ofício do vaqueiro como patrimônio cultural (em agosto de 2011), através do Conselho e da Secretaria Estadual de Cultura. Como parte das ações para reforçar esse reconhecimento, o Parque Histórico Castro Alves (PHCA) recebe a exposição fotográfica “Imagens dos Vaqueiros da Bahia”. Com seu gibão e chapéu de couro, alpercatas, alforjes, surrões e facão sempre amolado, o vaqueiro é uma figura emblemática do sertão baiano, do nordeste e de outras regiões do país.

 

A exposição é composta por imagens resultantes do projeto “Histórias de Vaqueiros: Vivências e Mitologias”, reunindo 16 fotografias de Josué Ribeiro, Bauer Sá e Elias Mascarenhas, com curadoria de Washington Queiroz. Além das fotografias, a exposição traz ainda reproduções de falas de vaqueiros, com textos que tratam sobre o seu dia a dia, sua relação com o trabalho, com os animais, com o meio ambiente, além de reflexões sobre a vida, o amor e a morte, sempre em sua singular linguagem.

 

Estas imagens trazem à tona o não reconhecimento com que têm sido tratados os brasileiros que viveram e vivem nas brenhas, nos matos, no território rural. Protagonista do maior fenômeno sócio-cultural-econômico de fixação e unidade em toda a região Nordeste e em outras regiões do país, o vaqueiro foi o bandeirante que pontuou o território baiano com locais de pouso e currais que se transformariam nas primeiras cidades do interior da Bahia e do Nordeste. Para tanto, a partir do século XVI, a “civilização do couro” ou civilização vaqueira criou, recriou e cria saberes, procedimentos.

 

 

SERVIÇO: 170 Anos de Aniversário de Nascimento do Poeta Castro Alves

Quando: 11 e 14 de março de 2017

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h.

Onde: Parque Histórico Castro Alves (PHCA)

Endereço: Praça Castro Alves, nº 106, Centro, Cabaceiras do Paraguaçu/ BA

Tel.: (75) 3681-1102

Realização: PHCA/DIMUS/IPAC/ SECULT-BA

Parceria: Prefeitura Municipal de Cabaceiras do Paraguaçu

Gratuito      

 

IPAC anuncia nova dinamização
com evento gratuito no Palácio da Aclamação

 

Depois do sucesso dos ensaios do bloco Cortejo Afro que lotaram a Praça das Artes, no Pelourinho, de novembro (2016) a fevereiro (2017), o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), anuncia nova ocupação artística em outro espaço estadual. Trata-se do Palácio da Aclamação, imóvel de 1912, localizado no Campo Grande e tombado como Patrimônio Cultural desde 2010. Cerca de 40 artistas, dentre designers gráficos, escritores, arquitetos, fotógrafos, bordadeiras, artistas plásticos e visuais, ocuparão o saguão principal do palácio no próximo final de semana (11 e 12), sempre das 11h até 19h. Os produtos são autorais e os artista comercializam as peças criadas por eles.

 

A feira de arte intitulada ‘Pedra, Papel, Tesouro’, é iniciativa da OGE em parceria com os projetos Ativa e Movement Continuum, produtora Multi Planejamento Cultural e apoio do IPAC, com curadoria da OGE. Segundo um dos organizadores, Gilberto Monte, a maior parte das pessoas que ele conhece ainda não tinham vindo ao Aclamação. “Todos ficam deslumbrados com o lugar. A feira também possibilita que as pessoas façam essa descoberta”, diz ele. O palácio sedia a Diretoria de Museus (Dimus) do IPAC.

 

GESTÃO e CRIATIVIDADE – O projeto de dinamização de espaços do IPAC começou em setembro de 2015 quando o governador Rui Costa reabriu o Passeio Público. “Depois do Passeio, reformamos três estacionamentos aumentando a oferta para 286 vagas/carro e 70 para motos no Pelourinho”, explica o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. Segundo ele, além de reformas o projeto de dinamização do IPAC prevê parcerias, com grupos artísticos, como Ativa e Movement Continuum, além de instituições públicas e empresários.

 

“O gestor de espaços públicos precisa ter criatividade e parcerias para mantê-los em manutenção e com utilização plena do público”, diz João Carlos. Além de crises financeiras nacional e internacional, a Bahia teve decretos de contingenciamento orçamentário o que dificultou a gestão de espaços. No Pelourinho o IPAC tem largos, praças, museus e mais de 150 imóveis. No Campo Grande, Aclamação e Passeio Público. MAM/Unhão (Avenida Contorno), Palacete das Artes (Graça) e MAB (Corredor da Vitória) também são do IPAC. No interior, os museus dos Humildes (Santo Amaro), do Recôncavo (Candeias) e o Parque Castro Alves (Cabaceiras).

 

O IPAC está aberto para novas parcerias e projetos de dinamização. Além de ações artísticas podem acontecer feiras, ações educativas e sociais. Conheça: www.ipac.ba.gov.br/museus. Assista o vídeo: http://goo.gl/Hjxtkc. “Com o evento queremos também criar uma rede de conexões entre artistas e pessoas que tenham o trabalho autoral em diversas áreas”, lembra Gilberto Monte. Fique informado: www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.

 

SOLAR OITOCENTISTA: O Palácio da Aclamação é um dos mais significativos museus-casas de Salvador. Residência dos governadores da Bahia de 1912 até 1967, o solar oitocentista foi ampliado com projeto do arquiteto italiano Filinto Santoro. Abrigou visitantes ilustres, como a rainha Elizabeth II (1968), e se tornou museu em 1991. Desde 2008, a Diretoria de Museus (Dimus) do IPAC está sediada no palácio. O imóvel tem dois pavimentos e mobiliário em estilo D. José I e Luiz XV, objetos de bronze, porcelana e cristal, tapetes persas e franceses, além de pinturas de paredes e forros criados pelo artista baiano Presciliano Silva (1883-1965), compõem o acervo do palácio.

 

 

MUSEUS DIMUS/IPAC

 

SOLAR FERRÃO

 

1- Coleção de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente.

 

2- Coleção de Arte Popular.  Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. A mostra encontra-se temporariamente fechada por motivo de requalificação expográfica.

 

3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências. A mostra encontra-se temporariamente fechada por motivo de requalificação expográfica.

 

4- Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. A coleção apresenta um acervo com mais de mil peças coletadas e recriadas nos cinco continentes, com destaque especial para os instrumentos indígenas brasileiros, além dos africanos e afro-brasileiros. A exposição habita três salas na nova ala do museu, cujo acesso pode ser feito através da segunda portaria que ganha ainda salas de acolhimento e de iniciação musical. Permanente.

 

Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: Coleção de Arte Popular, Coleção de Arte Africana, Coleção de Walter Smetak e Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 45 – Pelourinho, Salvador (BA)

(71) 3116-6743

 

 

MUSEU ABELARDO RODRIGUES

 

O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. O Museu Abelardo Rodrigues integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, de 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6440

 

 

MUSEU TEMPOSTAL

 

1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz.

 

2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente.

 

3 – A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente.

 

Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. O Museu Tempostal integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h

Entrada: grátis

Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6383

 

 

MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA

 

O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (Pelourinho) dispõe de dois ambientes ocupados por materiais referentes à arte da cerâmica e do azulejo. No andar térreo, a exposição “Azulejaria na Bahia” reúne materiais referentes á arte da cerâmica e do azulejo, além de proporcionar uma visão cronológica da existência do azulejo disposta do século XV ao XX, incluindo sua chegada ao Brasil, no século XVII.

 

No primeiro andar fica a mostra “Arte e Azulejaria” que exibe fotografias de prédios revestidos com azulejos confeccionados pela oficina de Udo Knoff, fruto de projetos de artistas renomados do estado da Bahia. Também será possível conferir um documentário sobre o colecionador e ceramista.

 

Completam a exposição, objetos confeccionados nas oficinas desenvolvidas pelos museólogos da casa, que realizam atividades educacionais com o objetivo de se manter o desejo de Udo Knoff. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas

Entrada: grátis

Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho – Salvador (BA)

(71) 3117-6389

 

 

PASSEIO PÚBLICO

 

Está em cartaz no Passeio Público (Av. Sete de Setembro, Campo Grande) a exposição “Museus: Paisagens Culturais”, formada por painéis com cerca de 4 X 2 metros de fotografias produzidas no final do século XIX de vários pontos da cidade de Salvador. As imagens foram retiradas do livro ‘50 anos de urbanização – Salvador da Bahia no Século XIX’, resultado de pesquisa da historiadora Consuelo Novais, já falecida. O livro foi vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares (historiador e crítico de arte brasileiro), promovido pela Odebrecht que doou ao Museu de Arte da Bahia (MAB) do IPAC. A visitação é gratuita.

 

Localizado em espaço nobre da capital baiana, com vista para a Baía de Todos os Santos e espécies de flora que proporcionam ambiente bucólico, o Passeio Público é considerado um museu a céu aberto pela sua importância arquitetônico-paisagística e urbanística, e por elementos artísticos presentes, como estátuas.

 

Conhecido por ser um espaço democrático, onde acontecem diversas manifestações educativas e culturais, o Passeio Público é administrado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), que também tombou e está responsável pelo Palácio da Aclamação, edificação contígua ao Passeio e antiga residência dos governadores da Bahia. O Passeio Público integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).
Visitação: O Passeio Público pode ser visitado das 08h às 17h para se apreciar a exposição permanente.

Endereço: Av. Sete de Setembro, S/N – Campo Grande, Salvador – BA

(71) 3117-6447

 

 

PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA)

 

Localizado a 170 km da cidade de Salvador, o Parque Histórico Castro Alves é um museu que funciona em um espaço com 52 mil metros quadrados. Situado na Fazenda Cabaceiras, onde nasceu e morou Castro Alves (14.03.1847 – 06.07.1871), o museu foi inaugurado em março de 1971, por ocasião do primeiro centenário da morte do poeta baiano. É o lugar ideal para o público conhecer, pesquisar e mergulhar no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil.

 

Além de acervo de mais de 400 objetos que pertenceram a Castro Alves , seus familiares e fazem referência à sua vida e obra, formado por fotografias, cartões-postais, manuscritos, livros, indumentárias, adornos pessoais, utensílios domésticos e artes visuais. O Parque Histórico dispõe de auditório aberto com capacidade para 100 pessoas, biblioteca, laboratório de informática, anfiteatro, além de outras áreas onde seus visitantes podem desfrutar de um ambiente onde se difunde os ideais do Poeta.

 

O público pode ainda usufruir dos projetos socioeducativos Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras.O Parque Histórico Castro Alves integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

 

Visitação: terça a sexta, das 9h às 12h e 14h às 17h. Fins de semana e feriados, das 9h às 14h

Entrada: grátis

Praça Castro Alves, 106, Centro – Cabaceiras do Paraguaçu (BA)

(75) 3681-1102

 

Dimus – Diretoria de Museus – BA

Jornalista responsável – Yara Vasku (DRT-PR 2509)

Contatos: (71) 3117-6445/ 99119-7746/ yaravasku.dimus@gmail.com
dimusbahia.wordpress.com
facebook.com/museusdabahia