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Palacete das Artes recebe projeto Ars Moriendi

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Contemplado com recursos do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, projeto integra exposição fotográfica e lançamento de livro sobre finitude da vida nas lápides tumulares

Aspectos socioculturais, religiosos e artísticos vinculados à iconografia da morte fazem parte do projeto “Ars Moriendi – A representação da Finitude da Vida nas Lápides Tumulares da Ordem Terceira do Carmo de Cachoeira- BA” . Com curadoria do museólogo Jomar Lima,  o projeto será lançado na próxima terça-feira (29), às 19h, no salão nobre do Palacete das Artes, no bairro da Graça, em Salvador.

Na oportunidade, haverá abertura da exposição fotográfica e lançamento do livro do projeto. A programação de lançamento inclui ainda, em parceria com o programa Narrativas Patrimoniais, uma roda de conversa com o arquiteto e diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), João Carlos Cruz de Oliveira; o especialista em restauração, José Dirson Argolo; o arquiteto Francisco Santana e o curador do projeto. A roda de conversa terá como mediador o museólogo e proponente do projeto Menderson Bulcão.
Em cartaz até 17 de março, Ars Moriendi foi aprovado e contemplado com recursos do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, por meio do Edital Setorial de Patrimônio, iniciativa da Secretaria de Cultura (Secult) e do Ipac, com o objetivo de fomentar a cultura do estado.
O projeto tem como referência as percepções e experiências de Jomar Lima com o patrimônio cultural em Cachoeira. Desde a graduação, na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), o museólogo tem como foco de seus trabalhos as lápides tumulares da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, na cidade do recôncavo baiano. Além disso, administrou a Venerável Ordem Terceira do Carmo de Cachoeira, na função de Prior, entre 1991 e 2005, e colaborou com a elaboração do projeto de captação de recursos e convênios para a restauração e preservação do acervo do Conjunto do Carmo.
Ars Moriendi é uma síntese dessa trajetória e revela a percepção de Jomar Lima sobre a construção do discurso de patrimonialização em Cachoeira.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA)
Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o FCBA é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br
Serviço
O quê? Lançamento do projeto Ars Moriendi
Quando? 29 de Janeiro (terça-feira) às 19h
Onde? Palacete das Artes (Rua da Graça, nº 284 – Graça, Salvador )
Entrada gratuita