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Palacete das Artes tem agenda bloqueada para Exposição Mandela

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Retratar a vida de um líder político, símbolo da paz mundial, que lutou contra o sistema de apartheid e que conseguiu juntar negros e brancos para discutir não suas vontades individuais, mas para debater sobre objetivos em comum, esses são alguns fatos que serão apresentados na exposição Mandela: de Prisioneiro a Presidente.  Pela primeira vez no Brasil, o Palacete das Artes, em Salvador, está entre um dos lugares almejados para sediar a mostra que tem previsão de ser realizada nos meses de outubro e novembro, enriquecendo a programação das celebrações pelo Dia da Consciência Negra na capital baiana.

O diretor e curador da exposição, Christopher Till, esteve no Palacete na última terça-feira (17) e demostrou bastante entusiasmo para que a exposição aconteça no local. Ele fotografou, filmou, visitou a sala de projeção, e fez um esboço de quantas peças cabem no espaço e onde as mesmas podem ficar.

“A exposição que vem para o Brasil faz parte do acervo permanente do Museu do Apartheid e agora ganha outros ambientes trazendo o caráter do sul africano Mandela não apenas pro continente, mas para a humanidade como um todo”, explica o curador.

Dividida em seis momentos, a mostra retrata desde o início do ativismo de Mandela contra o regime racista do governo sul-africano até o momento em que ele se tornou o primeiro presidente negro da África do Sul.

“Será um privilegio receber a exposição. A sala Contemporânea atende perfeitamente e certamente esta exposição despertará muito interesse da população baiana devido ao seu conteúdo e importância do personagem. A nossa expectativa de público é de 30 mil pessoas”, destaca o diretor do Palacete das Artes, Murilo Ribeiro.

De acordo com a Coordenadora de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), caso se confirme a vinda, será um grande prazer em receber a exposição por ser sobre um líder político sem igual. “Esta exposição tem importância mundial, por ser Mandela um estadista que representa muito até a atualidade. Estamos oferecendo o espaço, inclusive já fizemos o bloqueio da sala. Com certeza o Palacete das Artes se adequa muito bem a proposta do projeto”, explica Ana.

Para o Presidente do Instituto Brasil África (IBRAF), João Bosco, a importância da realização da exposição em Salvador se dá devido à aproximação muito grande que a cidade tem com o continente africano, pela sua história e cultura.

“Temos uma convicção clara que o nome do Mandela está acima de qualquer nome como sendo a figura contemporânea mais expressiva que vem a nossa mente. Através dessa exposição os ensinamentos de Mandela podem ser resgatados e também discutidos”, pontuou João.

A mostra tem curadoria do Museu do Apartheid, em Joanesburgo, na África do Sul, e foi idealizada em 2008. Já passou por França, Suécia, Estados Unidos, Equador, Argentina, Peru e Luxemburgo e foi vista por mais de um milhão de pessoas.

Assessoria de Comunicação – IPAC, em 18.04.2018

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Texto Jornalista: Carla Costa ( DRT 03850)

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