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IPAC promove curso de fotografia para agentes de segurança pública voltado para preservação do patrimônio cultural Exposição com trabalhos produzidos estão à disposição do público no 18º Batalhão da PM

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Em mais uma ação educativa sobre a preservação e salvaguarda dos patrimônios culturais baianos, o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) promoveu, de 18 a 20 de outubro, na Casa 29, no Pelourinho, um curso de fotografia com a participação de policiais militares e civis, agentes da Transalvador e guardas municipais.

Com o tema “Segurança Pública: Um Olhar sobre o Patrimônio Cultural”, a ação integrou o III Curso de Qualificação em Preservação e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Baiano, realizado na primeira semana de outubro. A abertura foi feita pelo chefe de Gabinete do IPAC, Ackermann Leal, e as aulas foram mediada pelos fotógrafos Lázaro Menezes e Fernando de Freitas, sob a coordenação do setor de Educação Patrimonial do Instituto (Cepa), representado por Daiana Sacramento.

Além de técnicas de fotografia, como enquadramento, iluminação, velocidade (obturador) e aprimoramento no uso de imagens, os participantes tiveram aulas práticas voltadas para a valorização do patrimônio. As fotografias produzidas no Centro Histórico estarão à disposição do público em uma exposição no 18º Batalhão da Polícia Militar, de 21 de outubro a 4 de novembro, e no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), a partir do dia 10 de novembro, seguindo todos os protocolos de segurança em prevenção ao coronavírus.

“Os três dias foram de muito aprendizado, agregando um importante valor ao conhecimento, tendo um novo olhar sobre a ótica da cidade, e compreendendo a relação da fotografia com o trabalho dos agentes de trânsito”, pontuou o representante da Transalvador, Carlos Alberto. “Estou muito satisfeito com os conhecimentos repassados, com a equipe que nos acolheu nesses dias, tanto nas aulas teóricas como nas práticas. Agora, posso aplicar esses conhecimentos na área profissional e pessoal”, complementou o Capitão Fogaça, do Esquadrão Águia da Polícia Militar.

Para Daiana Sacramento, coordenadora da Cepa, além de garantir um olhar mais atento ao bem cultural no dia a dia de trabalho dos agentes, o curso permitiu um melhor entendimento do que é patrimônio. “Agora estamos em parceria com os agentes no processo de preservação, valorização e proteção do patrimônio cultural baiano”, comemorou.