IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia

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IPAC participa de inauguração de Museu Afroindígena em Valença neste domingo (6)

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Equipe multidisciplinar e o diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) participam neste domingo (6), às 11h, da inauguração do Museu Costa do Dendê de Cultura Afroindígena, em Cajaíba, Valença, no sul da Bahia. O museu é administrado pela comunidade Catuxé com apoio do projeto Design Dialógico: Uma Estratégia para Gestão Criativa de Território, do Instituto de Design e Inovação. Os recursos são do Fundo de Cultura, via Edital de Formação e Qualificação em Cultura da Secretaria de Cultura (SecultBa).

O projeto do museu é da estilista Márcia Ganem, lançado em janeiro, e que pretende potencializar o desenvolvimento sustentável de cinco territórios: Valença, Maraú, Ilha de Itaparica, Saubara e Chapada Diamantina. O Museu será aberto com exposição fotográfica de Almir Bindilatti. A diversidade ambiental, arquitetônica, zambiapunga, capoeira, burrinha, marujada, samba-de-roda, quilombos e irmandades negras estão na mostra. Além de deter os mais importantes museus baianos (www.ipac.ba.gov.br/museus) e ser responsável pela política pública museológica em todo o estado, o IPAC pesquisa, cria dossiês de proteção e registro para manifestações culturais do zambiapunga, capoeira, marujada e samba de roda.

MUSEUS e PATRIMÔNIOS – Na região do Baixo-Sul da Bahia, o IPAC atua intensamente. “Desenvolvemos pesquisas para tornar a manifestação zambiapunga um Bem Imaterial da Bahia; ela ocorre mais fortemente em Cairu, Nilo Peçanha, Taperoá e Valença, além das localidades de Galeão, Caraíba e Boipeba”, explica o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. Segundo ele, a tradição é marcada pelo uso de adereços alegóricos: trajes de roupas coloridas e papéis de seda.

Em Cairu, o IPAC faz o Plano Museológico para implantar o Museu do Forte Morro de São Paulo. “A iniciativa é do Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Baixo Sul, que fez convênio com o IPAC para iniciativas museológicas e patrimoniais”, diz João Carlos. O investimento é de R$ 9,2 milhões, via Lei Rouanet/BNDES. O forte pertence a União e está cedido ao Estado, sob responsabilidade da Secretaria de Turismo. “O IPAC também desenvolve atividades de Educação Patrimonial em Cairu integrando esse grande projeto”, ressalta a coordenadora de Editais do órgão, Ana Coelho.

A Costa do Dendê é recorte litorâneo situado entre a foz do Rio Jaguaripe e a Baía de Camamu. São 115 km dos litorais de Valença, Morro de São Paulo, Boipeba, Igrapiúna, Cairu, Camamu, Taperoá, Nilo Peçanha, Ituberá e Maraú. O museu de Valença fica aberto de segunda à sexta-feira, das 10h às 17h, com ingressos no valor de R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia). Conheça os livros do IPAC: http://goo.gl/CDv6q3. E seus museus:www.ipac.ba.gov.br/museus. Assista ao vídeo: http://bit.ly/2n1mrVZ. Fique informado: www.ipac.ba.gov.br, facebook Ipacba Patrimônio, twitter @ipac_ba e instagram @ipac.ba.

 

Serviço:

O que: Inauguração do Museu da Costa do Dendê de Cultura Afroindígena

Quando: 6 de agosto às 11h

Onde: Cajaíba, km 11 – Valença

Assessoria de Comunicação – IPAC, em 04.08.2017

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Jornalista responsável Geraldo Moniz de Aragão (DRT-BA nº 1498)

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Texto-base e entrevistas: Cecília Oliveira (estagiária de Jornalismo)

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