IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia

    banner-terreiros

Institucional

Institucional

O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), autarquia hoje vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, atua de forma integrada e em articulação com a sociedade e os poderes públicos municipais e federais, na salvaguarda de bens culturais tangíveis e intangíveis e na política pública estadual do patrimônio cultural.

Fundado em 13 de setembro de 1967, durante o governo de Luiz Viana Filho, através da Lei Nº 2.464, regulamentada pelo Decreto Nº 20. 530 de 03 de janeiro de 1968, o IPAC pertencia a então Secretaria de Educação e Cultura da Bahia. Em 1980 passou a ser, oficialmente, um Instituto, seguindo a política federal do Instituto Nacional do Patrimônio (Iphan), criado em 1937.

Sua primeira sede foi no Largo do Pelourinho, nº12, a partir de 1967. Em1980 a fundação se tornou Instituto e passou a funcionar no Solar Ferrão, local tombado pelo Iphan. Em 2006 foi  transferido para outros imóveis dos séculos 18 e 19, recuperados para usos contemporâneos, um deles, o Mirante do Saldanha, que sedia sua Diretoria Geral e está localizado nas imediações do Viaduto da Sé, entre as ruas 28 de Setembro e Saldanha da Gama, próximos ao Liceu de Artes e Ofícios.

Ao longo desses 45 anos, a trajetória do IPAC está indissoluvelmente ligada às histórias de vida que se constituíram no período, aos principais acontecimentos e às teias de relações entre proprietários, ocupantes, comerciantes, moradores e visitantes dos locais onde fez obras, como Pelourinho, Terreiro de Jesus, Cachoeira, São Félix e outras cidades do Estado. Do Pelourinho, na capital baiana, o IPAC expandiu suas ações de salvaguarda para 19 dos 27 Territórios de Identidade da Bahia.

Dentre suas atividades estão dinâmicas e ações sociais, culturais, de obras de restauração e conservação predial em toda a Bahia, promoção científica, educação patrimonial, publicação de livros e produção de vídeos documentários. Além disso, a autarquia se responsabilizou por várias etapas de recuperação do Centro Histórico de Salvador que, por seu conjunto arquitetônico, paisagístico e urbanístico passou à condição de patrimônio nacional em 1984, tendo reconhecimento pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 1985.

Outro avanço conquistado pelo Instituto diz respeito à salvaguarda do patrimônio imaterial. Hoje, manifestações fortemente ligadas à cultura local como os cortejos de Santa Bárbara e do Dois de Julho, a Capoeira, o Ofício do Vaqueiro, o Carnaval de Maragojipe, o Desfile de Afoxés, o Bembé do Mercado e a Festa da Boa Morte estão registradas como patrimônios intangíveis do Estado.

Na atual gestão da Secult, o IPAC vem desenvolvendo o constante exercício de ampliar o entendimento de patrimônio enquanto solidariedade, de resgatar a memória e a história política e cultural dos locais e das gentes. Solidariedade entre gerações. Patrimônio material e imaterial. Exercício de memória e contemporaneidade.

Direção Geral do IPAC

 

Missão do IPAC

Atuar de forma integrada e em articulação com a sociedade, na salvaguarda dos bens tangíveis e intangíveis e no fomento de ações culturais, para o fortalecimento das identidades no Estado da Bahia.

.